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Inspiration Lab

Mamma Mia!

 

Mamma Mia! conta a história de Sophie, uma jovem de 20 anos prestes a casar, que vive com a mãe, Donna Sheridan, dona de um pequeno hotel na ilha de Calicos (Grécia) e que não conhece seu pai. Ao encontrar o diário antigo da mãe, descobre que ela teve um relacionamento com três homens diferentes (Sam Carmichael, Bill Andersson e Harry Bright) num curto período de tempo, meses antes de seu nascimento. Presume, então, que pode ser filha de qualquer um deles. Resolve convidá-los todos para o casamento sem que a mãe saiba, para tentar descobrir qual deles é seu verdadeiro pai e ver o seu desejo de que ele a leve ao altar realizado. (Adaptado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Mamma_Mia!)

 

Foi esta a sinopse que corri a ver logo que soube a peça de teatro Mamma Mia! vinha a Portugal. Ao lê-la, concluí rapidamente que parecia bastante idêntica ao filme. Gosto bastante do filme, que estreou há oito anos e que conta com um elenco de luxo. Admito que não sei todas as falas e que, apesar de já o ter visto inúmeras vezes, sou capaz de ter adormecido durante metade delas. Mesmo assim, fiquei bastante entusiasmada com a vinda da peça a Portugal e aproveitei a oportunidade.

 Cheguei cerca de meia hora mais cedo ao Campo Pequeno e já havia alguma fila, que escoou bastante depressa. O pessoal ajudante foi super prestável e simpático e em menos de nada estava sentada. O espetáculo começou ligeiramente atrasado, não muito, mas o suficiente para que alguns espertalhões começassem a assobiar. A partir do momento em que a gravação pedindo que desligássemos os telemóveis começou, entrei num estado de fascínio que penso ainda estar a exercer alguma força sobre mim neste momento.

 A peça, baseada nos temas do grupo musical sueco ABBA e que é dirigida por Phyllida Lloyd e coreografada por Anthony Van Laast não me desiludiu de maneira alguma. Não consigo dizer uma única coisa negativa sobre ela, para ser sincera. Os atores são excelentes, cantam e dançam muito bem e nunca há um momento de tédio. A peça é praticamente igual ao filme, mas isso não a torna, de maneira alguma, menos interessante. Os atores falam inglês, mas durante toda a peça é mostrada uma tradução muito bem feita em ecrãs laterais, para que quem não entenda a língua possa acompanhar o desenrolar das cenas na perfeição.

Apesar de a peça sair do Campo Pequeno amanhã, certamente terão muitas outras oportunidades de a ver se não tiveram oportunidade desta vez e, se tiverem, recomendo-vos vivamente a aproveitarem-nas, pois garanto-vos que não haverá qualquer tipo de arrependimento!

 

 

 

Luísa

"No fundo, todos temos necessidade de dizer quem somos e o que é que estamos a fazer e a necessidade de deixar algo feito, porque esta vida não é eterna e deixar coisas feitas pode ser uma forma de eternidade." - José Saramago

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