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Inspiration Lab

Contracapa: Cidades de Papel

  Desde o momento em que vi o filme inspirado nesta obra que estreou em 2015 e teve como atores principais Cara Delevigne e Nat Wolff, que queria ler este livro, mas só recentemente tive oportunidade para tal.

  É o segundo livro de John Green que leio e já consegui concluir que ele é um escritor de excelência. Nasceu em 1977 e começou a escrever livros em 2005. Já tem vários livros publicados, como À Procura de Alaska, O Teorema de Katherine (que já li) , A Culpa É Das Estrelas, entre outros.

  O narrador desta história é Quentin Jacobsen, um jovem prestes a terminar o secundário. Na casa à frente da sua mora Margo Roth Spiegelman, sua amiga de infância com quem acabou por perder contacto com o passar dos anos. Assim, apesar de se verem quase todos os dias, não podiam estar mais longe um do outro, pois mal se falam. Certa noite, Margo convoca Quentin para uma escapadela noturna, com o objetivo de acertar algumas pontas soltas com certas pessoas que considera terem sido incorretas para ela. É uma noite memorável, que aviva a confiança entre os dois depois de tanto tempo sem se falarem, mas Margo desaparece misteriosamente no dia seguinte, deixando várias pistas confusas que fazem Quentin perder muitas horas de sono. Depois de muitas teorias reunidas, Quentin parte em busca de Margo, numa inesquecível road trip, com o auxílio dos seus melhores amigos Radar e Ben e da namorada deste último, Lacey. Nesta incrível jornada para encontrar o seu amor perdido, Quentin acaba por se encontrar a si mesmo. 

  Adorei ler este livro. Tem partes profundamente hilariantes mas também nos dá muito que pensar. Tinha as expetativas muito altas relativamente a este livro mas não fiquei desiludida, mesmo assim. Margo será um eterno mistério para mim, mas identifiquei-me imenso com o Quentin.  É um livro que recomendo, sem qualquer sombra de dúvida!

Luísa

"No fundo, todos temos necessidade de dizer quem somos e o que é que estamos a fazer e a necessidade de deixar algo feito, porque esta vida não é eterna e deixar coisas feitas pode ser uma forma de eternidade." - José Saramago

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